Perfil da Super Heroína

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São Paulo, São Paulo, Brazil
Eu sou um pontinho no meio do nada. Eu sou o grande conflito entre o céu e a terra. Eu sou o sim e o não. Sou todas as coisas cabíveis e imagináveis numa mente fértil. Alguém que se perdeu no espaço e veio parar na Terra para tentar salvar o planeta. Porém, cada dia que passa essa missão encontra-se mais difícil! u.u'

22 de dez de 2009

De todas as vidas(I e II)

Porque é assim desde outras vidas... Abri os olhos. Estava perdida na floresta... Minha respiração estava ofegante. Estava amarrada pelos braços e pelas pernas numa arvore grande. E pra piorar, estava nua. Não sabia quem havia me levado pra lá. Era como se tivessem me drogado e eu não lembrasse de nada.Olhava desesperada ao redor, mas só havia arvores... Era de tarde... O Sol estava quente, mas onde eu estava havia sombra, e uma brisa gostosa de vento nas sombras.Meus cabelos loiros e longos estavam caídos sobre meus seios.Estava com sede... Tentava me desatar da árvore, mas era em vão.Tinha medo de gritar e chamar atenção de alguma fera da floresta. Ouvi passos.De repente aparece um homem de ombros largos, negro e barbado. Parecia ser bruto e carregava um machado pendurado na cintura.Fiquei com medo.Continuei olhando assustada. Ele veio até mim, ficou me olhando sem dizer nada, e eu perplexa com toda aquela situação, também fiquei muda.Seu olhar era negro. Fechei os olhos com medo do que pudesse acontecer.Senti ele chegando mais perto. De repente, sua respiração ficou próxima ao meu rosto. Senti sua mão aspera deslizando sobre meu rosto e sobre meu pescoço... Seu hálito tinha cheiro de fumo, algum tabaco especial. Era um cheiro diferente. Eu gostava do cheiro do seu hálito. Abri os olhos. E deparei-me com o rosto daquela figura bruta mais próxima. Seus lábios eram grandes. Sua vestimenta era suja de terra. Ele na verdade vestia alguns trapos. Não era bem o que poderia se chamar de roupas. - Seu pai não gostaria de saber que você está aqui comigo - disse ele. - Mas precisava me amarrar desse jeito? - perguntei.- Você não disse que gostava de como eu tratava as éguas do estábulo? Quero que você perceba como é ser domada. - Ser domada? Mas você poderia me soltar, né?! Tenho sede. Me deixe ir ao rio molhar a boca e o corpo. Eu volto... Me solta daqui! Algum bicho da floresta pode me machucar. - Eu sou o único bicho da floresta que vai chegar perto de você, meu amor. Nenhum mau vai acontecer com você, eu prometo. Está com sede? Eu trago água. - Mas e você não vai me soltar? - Por que eu deveria te soltar? Eu estou te protegendo. Se tem sede eu vou buscar água pra você... Ele saiu dali e me deixou sozinha e com medo de novo. Porque ele tinha feito aquilo? De fato, se meu pai soubesse que estavamos ali, ele mataria nós dois. Depois de algum tempo, ouço seus passos retornando. - Trouxe a sua água - disse ele com uma moringa nas mãos. Levou a moringa até minha boca e eu bebia aquela água como se nunca tivesse bebido antes. A água escorria pelo canto da minha boca e ia caído sobre meu corpo, molhando meus seios, minha barriga e deslizava pelas minhas pernas. Terminei de beber a água. Ele colocou a moringa do outro lado da árvore.- Saciei a sua sede? - Sim - respondi.- Agora é sua vez de me saciar... Ele me beijou com um beijo bruto, aspero, rude. E eu gostava. Como amava aquele beijo. Um beijo proibido. O beijo do escravo e da sinhazinha. O beijo contra todos os conceitos da nossa sociedade. O beijo da moça virgem de dezesseis anos e o beijo do moço negro que cuidava do estábulo. Suas mãos deslizavam meu corpo... Com uma ele apertava meios seios, com a outra masturbava-me. A excitação tomava conta de mim. Sua boca ia deslizando para minha nuca, meu seio, minha barriga, minhas coxas, meus pés... Ele beijava meus pés, ora com brutalidade, ora com carinho... Ficava perdida em meio a tanto êxtase. Ele desatou meus pés, colocou minha perna sobre seu ombro e ia subindo seus lábios até a parte interna da minha coxa. Me lambuzava com sua saliva, e eu já estava lambuzada em outro lugar, e de repente ele descobre o lugar onde eu mais estava molhada. Não bastando tanta lubrificação, me molhou mais ainda com sua saliva, fazendo movimentos circulares com a língua, massagendo ferozmente a minha vulva com seus dedos também, inclusive, me penetrando com eles. Eu gemia desconsoladamente. Meus gemidos ecoavam floresta adentro. E a última coisa com a qual eu me preocupava era com as feras que possívelmente poderiam me comer. O bicho mais feroz daquele lugar já fazia o que não devia. Com seus lábios molhados de mim, beijou-me novamente. Sentia meu gosto nos lábios do homem viril e forte que me consumia. Me desatou da árvore sem pressa nenhuma, eu massageei meus pulsos como forma de aliviar o cansaço deles... Meu homem veio para trás de mim me pegou pelos cabelos e disse: - Vou te tratar como se trata as éguas do estábulo, vou domar você como se doma um bicho selvagem, pois foi isso que você fez comigo. Me domou. Tomou meu coração e eu sou seu, agora você será minha. Minha fera domada! Me fez ficar de quatro, puxou meu cabelo e penetrou com brutalidade. Senti uma dor tremenda, mas era uma dor excitante, uma dor de amor. Meu amor! Meu amor proibido, meu amor selvagem. Meu homem negro, da sua mulher branca. O amor proibido, o amor selvagem, o nosso amor universal. O amor carnal, espiritual. Diferente de qualquer outra coisa que eu posso viver em qualquer vida que seja. Nosso amor é eterno... E se não for, que seja eterno enquanto dure. Perdida na dor e no prazer, me deixei levar por todas as sensações. Me deixei ser comida por aquele bruto. Ele me penetrava fortemente, eu urrava. Meu homem me puxava pela cintura e enfiava em mim... Sentia seu suor... Ele rasgou o resto de sua vestimenta, como um homem das selvas. Eu sentia o cheiro do seu suor. O cheiro que eu tanto gostava. O cheiro do homem viril que era. Seu suor pingava nas minhas costas. Ele gemia como um animal. De repente, ele me vira de costas para o chão, prende meus pulsos com suas mãos e enfia com voracidade novamente... Me dói outra vez. Me sentia de fato, dominada, dolorida, mas extasiada de prazer. É como se de alguma maneira eu já tivesse vivenciado aquela cena. Do meu macho em mim. Me comendo, me domando, me penetrando, me amando. Ele me beijava enquanto me penetrava. Lambia meu rosto. Colocou minhas pernas sobre seu ombro e começou a penetrar minha bunda. Com um carinho anormal... Se desfazendo de toda a brutalidade que havia me consumido. Ia devagarzinho, como se já tivesse me domado... Bem devagarzinho... E eu sentia todos os movimentos dele entrando e saindo de mim. Me segurava pelos ombros e ele assistia os movimentos que estava produzindo. Perdido numa luxúria louca novamente, saiu dali e começou a me chupar... Sugava-me, mordia me... Enfiava seus dedos... Com uma enorme violência que me fazia gozar absurdamente. Eu gozava, e gozava, e gritava... E a floresta toda ouvia e sentia meu prazer. Ainda com aquelas sensações, ele enfiou em mim outra vez e me acompanhou... Senti seu gozo escorrendo em mim. Cansado, ele deitou sobre meu corpo. Ambos molhados de prazer e suor. Ofegantes. Sentia seu peso sobre meu corpo e me sentia protegida. Como sempre. Protegida. Protegida pelo seu machado, protegida pelo seu amor. Nunca que uma menina da minha classe poderia de envolver com um escravo do seu pai. Meu pai não poderia imaginar o que está acontecendo entre a gente, senão ambos morreríamos... Mas eu acredito que mesmo se morressemos, teríamos muitas outras vidas pra repetir nosso sexo.

11 de dez de 2009

Estou em um emprego legal... Estou em um emprego muito legal. Sabe, percebo que estou com medo do silêncio. Do silêncio absoluto, do silêncio que bate na alma. Do silêncio do ambiente vazio. Do silêncio sozinho. Tenho muitas coisas na cabeça, o que não é novidade pra ninguém... Estou em busca da minha pasárgada. Mas confesso que a minha pasárgada parece estar longe... Muito longe. E está mais dificil chegar lá, do que eu previa. Mas tudo bem! Ócios do ofício! Hoje me sinto cansada. Realizada por conseguir dinheiro com uma coisa que me faz bem! Pela primeira vez um trabalho que me faz bem... Um cansaço, mas um cansaço feliz. Tenho medo de tantas coisas que devem ser ditas. Tenho medo, pois o silêncio permanece. Devo dizer o que está engasgado? Devo dizer o que sinto de verdade? Eis a questão. Vou dormir, pois amanhã o dia vai ser looongo! Fiquem com Iansã! o/

6 de dez de 2009

Algum tempo sem postar... O meu PC estava com problemas nos cookies (acho que eles não estavam assados direitos). Besta! Ai, tanta coisa... Mais tanta coisa mesmo. Mais uma daquelas horas estranhas em mim. Tá é, pode ser TPM, mas não é disso que eu estou falando. Falo do que é meu sempre. Do que está comigo sempre. Do que me faz falta. Ouvi coisas ontem que não me deixaram tão feliz. Ouvi coisas hoje que me deixaram menos feliz ainda. Acho que não sou uma companhia pra subir montanhas. E uma companhia que é "difícil aturar". Mania besta essa minha de enfiar as pessoas na minha vida. Mania idiota de achar que quem chega tem que ficar. Odeio ser carente, odeio não controlar meus pensamentos e odeio mais ainda não ter dinheiro pra morar sozinha. Não lembro quais foram as palavras exatas. Só lembro que "A prioridade é subir a montanha". Pode subir. Não estou impedindo ninguém, eu acho. A minha montanha está esburacada. A minha montanha não é bem uma montanha, é um vulcão prestes a entrar em erupção. Eu só queria alguém pra me dar a mão quando o vulcão entrasse em erupção. Mas a questão é... Quem se queimaria por minha causa? Sou difícil de aturar, não é mesmo?! Bosta de montanha, bosta de vulcão, bosta de vida. E de fato "Nascer não foi uma das melhores coisas que fiz na minha vida". Podia ter ficado lá quietinha, de boa. Mas não... Vamos evoluir! Vamos crescer! Vai tontona! Aprende a não ser ambiciosa e fica na sua. Aprende a ficar na sua. É o melhor que você faz. Assim você não quiema ninguém. Assim você não se queima.