Perfil da Super Heroína

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São Paulo, São Paulo, Brazil
Eu sou um pontinho no meio do nada. Eu sou o grande conflito entre o céu e a terra. Eu sou o sim e o não. Sou todas as coisas cabíveis e imagináveis numa mente fértil. Alguém que se perdeu no espaço e veio parar na Terra para tentar salvar o planeta. Porém, cada dia que passa essa missão encontra-se mais difícil! u.u'

29 de jun de 2010

"Para que se apaixonou? Por alguém que nunca te amou.. Alguém que nunca vai te amar!!" Eu o amo. E muito... É mágico e só.
"Para que se apaixonou? Por alguém que nunca te amou.. Alguém que nunca vai te amar!!" Eu o amo. E muito... É mágico e só.
Tudo que é doce acaba. Aprecie o amargo.
Velho fraco, não canse... Não se canse... Cante... Grite... Todas as coisas sujas da alma.

u.u'

"Meu amor me chamou pra ver a banda passar." Meia banda Banda inteira... Dança comigo? Eu dou pulos de alegria... E ninguém entende meus passos Ninguém entende meus versos... Nem eu.

...

Nova dança louca... Informa-se Viva e respire... Da maneira que melhor lhe convém. Estarei aqu... de braços abertos... Cintilante... redundante... altiva...

Ó Deus...

A estrela que disseram que brilha... Que disseram que radia... Radia forte nas almas alheia. Missão ou não, lá vou eu... Porque a luz no fim do túnel a gente só enxerga quando acende a lanterna. O problema é quando acaba pilha... Quando acaba a pilha tem que ter alguém por perto com as reservas. u.u'

Carta à laura Lacerda Carvalho

Laura, Espero que você use sua influência e seu jogo de cintura para curar os males da humanidade. Eu nada posso fazer para melhorar as coisas. Usarei você para gritar o me eu. Será o espelho da minha alma convertido em dados, jogos de dados. Sabe, Laura, no fundo todos os pais são iguais. Tentam calar nossa boca e nossa mente, e nós nos tornamos isso: um poço sem fundo de pensamentos intolerantes, sem prova de amor. Desejo que durante suas brisas você pense em mim. Desejo que durante suas brisas você saia de você, e se converta a mais profunda harmonia do mundo. Use sua arte para gritar, berrar, espernear. Respire fundo, Inspire arte. Dance a sua música, mostre aos outros sua independência, seu espírito, sua vontade de viver e vencer, sempre! Faça você em mim. Cante, balance, jogue as cartas do jogo da vida. Me deixa deitar nos seus braços, me leva com você... Nade no mar da inconsciência... Pule as ondas que Iemanjá lhe oferece. Use as armas de Iansã. Transe com seu Thor. Que as chuvas venham, molhe seus cabelos e sinta... Me permita fazer sua representação. Com carinho: Fernanda Mazete.
Eu estava na praça, observando o sabiá na árvore mais alta dali. Me perguntava como as coisas podem ser tão perfeitas e dispersas. Tantas belezas efêmeras. Uma natureza descomunal. E cadê ele? A parte maior de toda a natureza da minha alma. Sentia sua falta. Seu cheiro estava na minha roupa ainda. Caia tarde. O sol se punha. E eu ali. Inspirando a nicotina alheia. E nada dele.

27 de jun de 2010

A dança das Salamandras loucas... by: Escher

Coisas do dia a dia...

Estava parada. Com um pirulito na boca. Era dia. O sol absolutamente quente. Não aguentava mais esperar. Precisava fazer alguma coisa. Seus sapatos apertavam os pés. E só o que ela fazia era degustar seu pirulito. Encostada no muro, com as mãos no bolso da calça, cabelo na cara. E nada. Nada acontecia. Duas longas horas ali, e nada. Já havia se decidido, ela iria embora e para nunca mais. Ajeitou a mochila nas costas, e pôs-se a caminhar em direção ao ponto de ônibus. Até que o dito cujo aparece. Cínico. Idiota. Aparece como se nada tivesse acontecido. - Como vai? - perguntou ele com um sorriso de palhaço no rosto. - Eu? Vou indo pro ponto. - respondeu ela, puta da vida. - Mas já? Ah, não vai, eu estou aqui agora, não estou? - Já? Eu estou aqui há mais de duas horas, torrando nessa merda desse sol, esperando você, e você me aparece com esse jeito de panaca! Vai a merda! Eu tô indo embora! - Calma, lindinha, não estressa, eu trouxe o que você pediu. - Enfia no cu essa porra! Eu já tô de saco cheio de tudo que eu tenho que enfrentar por sua causa... - Certeza que você não vai querer o que eu trouxe. Ela inspira e expira pra ganhar tempo na sua resposta. - Me dá logo isso. - É desse jeito que você pede, gatinha? Tenho maior trampo de trazer pra você e é desse jeito que você me trata? Foi difícil de arranjar, sabia? Eu tive que enfrentar uma burocracia desgraçada com os caras, e o medo?! Nossa, você não tem idéia como foi difícil... - Vai me dá logo ou eu vou ter que te deixar falando sozinho? Ele coloca a mão no bolso traseiro da calça, e percebe que não há nada do que ele procura ali. Olha nos bolsos laterias, no bolso da camisa, até na cueca, e nada. Ela, impaciente, cruza os braços, olha pra cima e bate o pé no chão com movimentos frenéticos. Ele procura mais um pouco. Ela sai andando. - Calma, eu vou achar, espera aí. Ela vira, mostra o dedo do meio e vai embora.

22 de jun de 2010

Desilusão Danço eu, dança você Na dança da solidão... Porque eu estou assim desiludida na madrugada Com pensamento que vagueia Contemplando a lua cheia. Quem beber daquela água não terá mais amargura. Me deixa beber da tua água. Deixa eu me inspirar na sua fonte? Danço eu, dança você na dança da solidão? Porque eu estou assim... Caminhos perdidos solitários e desolados do mundo. Até parece que as coisas tolas existem. E existem. No mundo todo autista da Fer. Sempre. Sem pé. Nem cabeça. Não simule. Dissimule Simule a vida feliz na vida real. Como dói as coisas todas. Como falta tanta coisa. O valor do que não interessa. O meu valor. Nas coisas inteiras dessa irremediável coisa toda.